ALZIRO FÃO E ROSA TAVARES

A HISTÓRIA DE ALZIRO FÃO E ROSA TAVARES

Texto retirado do Livro UM GURI DE CAMPANHA de Antônio Manoel Gomes Palmeiro(Barbela)

"Foi o Delegado de Polícia Mário Garcia que dirigiu a escolta que prendeu os dois homens, quem pôs fim as tropelias e aventuras dos dois facínoras. O Rosalino, mais moço e mais audaz, já havia projetado o seu destino: “Não se entregaria vivo as autoridades”, inclusive o Correio do Povo, da Capital, de Julho de 1945 publicou ampla reportagem, com fotografias do que se chamava Alziro. O trabalho do Jornal foi realizado pelo Repórter Sadi Rafael Sabadi. Ele afirmou que Alziro, que era tido como um criminoso traiçoeiro na maneira de agir, não ofereceu resistência. Entregou-se aceitando as garantias, que a Polícia lhe prometera. Valente e nervoso, como todos afirmavam, Rosalino, com seus 23 anos de idade, constituía, apesar de seu triste desígnio, o tipo de homem corajoso e decidido em suas atitudes. Na oportunidade um irmão deste, de nome Homero, tinha falado para a reportagem: “Com o Rosa, o negócio vai ser no duro, porque meu irmão é cabuloso e está disposto a não se entregar”.

Mas o fato é que se confirmaram as palavras de Homero. A preocupação deste de conseguir uma aproximação do irmão com as autoridades não pode ser alcançada. O Homem tudo fez para evitar que a promessa do irmão se realizasse, mas de nada valeu sua interferência. O moço estava resolvido a terminar as aventuras com as armas nas mãos. E assim fez realmente, travando luta com as autoridades, em campo aberto, até o momento em que as forças lhe permitiram.

“Texto transcrito no Jornal Diário da Capital do Estado, na época”:

- Já estão afastados, felizmente, do convívio social, dois criminosos que durante meses a fio de tornaram motivo de terror de uma vasta zona deste município e de outras redondezas. Alziro e seu companheiro Rosalino, este também conhecido por Tavares, um rapaz de 23 anos de idade, está morto. Sobre a vida aventureira dos dois bandoleiros tivemos ocasião de tratar, detalhadamente, em dezembro último, quando eram mais intensas as diligências policiais para a sua captura. Fizemos pormenorizadas referências aos crimes por eles praticados, não só neste estado, como fora do País, na Argentina, onde Alziro matou um Comissário, Faltavam detalhes desse crime e que agora se conseguiu por meio das declarações do próprio Alziro.

O encontro da reportagem com Alziro tinha o objetivo de saber dele, detalhes de todos os crimes de que estava sendo acusado. As perguntas que lhe eram feitas, sempre respondidas com a maior calma e serenidade. Alziro pensava muito antes de falar. Acendeu um cigarro, que havia apagado, passou a mão sobre a barba branca e falou:

- O que houve em Santo Tomé, foi numa bailanta. Eu tinha ido visitar o meu irmão Arsênio que estava emigrado. No baile houve um mal entendido comigo e uma mulher. Ela me faltou e eu dei-lhe dois tapas. Um Comissário da Polícia, chegou e deu-me dois estouros. Estava armado e respondi com dois tiros. Sai em seguida em direção a um capão, onde fui cercado pela polícia e alvejado varias vezes, saindo eu ferido em uma perna. Mesmo assim consegui subir o rio Uruguai, oculto pelas árvores da barranca e varei para o lado de cá, perto de Garruchos.

Indagado pelos crimes ocorridos em Cerca de Pedra, onde Alziro alvejou com três tiros o soldado Otávio Ramos da Silva, destacado para o policiamento do baile que lá se realizava. Ele contou que tinha ido a um baile na escola municipal, juntamente com um irmão, que teve alteração com moços de uma família que lá residia, presentes também ao baile. O Irmão de Alziro empenhou-se também em luta com um dos rapazes. O soldado Otávio resolveu separar os contendores. Alega Alziro que o referido praça bateu-lhe com a espada e que por isso deu-lhe três tiros, fugindo em seguida. O fato já tinha sido julgado e Alziro condenado a três anos de reclusão e dois de medida de segurança. O soldado Otávio, segundo foi apurado, foi alvejado pelas costas, não tendo tempo nem de fazer uso da arma.



Em Rosário do Sul, Alziro acha-se pronunciado como autor do crime de que foi vítima Antônio Cândido Severo, que ali residia. Este foi morto na passagem de uma porteira de sua casa e vinha conversando com o assassino, a quem tinha ido mostrar algumas reses, depois que o mesmo lá se apresentara como comprador de gado. Antônio Severo, ao abrir a porteira foi alvejado pelas costas, caindo morto com um tiro na nuca. O criminoso em seguida afastou-se e ao passar pela casa da vítima, uma senhora perguntou-lhe o que tinha ocorrido na porteira, ao que o criminoso respondeu-lhe:

- Não foi nada, fomos atacados por alguns homens e houve reação...

“No decorrer das diligências efetuadas pela polícia, foi preso um sobrinho de Severo, mais tarde condenado como mandante do crime. Duas testemunhas depuseram a respeito, afirmando terem recebido determinada quantia do sobrinho para matarem o tio.”

O ambiente de terror criado pelas duas famas de aventureiros fazia com que Alziro e Rosalino encontrassem sempre o auxílio de quem necessitavam para se manterem em liberdade, embora foragidos da polícia. Os dois criminosos obtinham dinheiro sob a ameaça de fazendeiros, comida, ponche e capas. Alguns fazendeiros chegaram ao ponto de ter que ir morar na cidade. Bilhetes ameaçadores Alziro e Rosa costumavam enviar a todas as pessoas que sabiam terem feito negócio de gado. Houve até um caso em que dois indivíduos conseguiram tomar apreciável importância de uma viúva, quando bateram em casa desta em altas horas da noite, dizendo serem Alziro e Rosalino, tal era a fama e o terror que seus nomes inspiravam aos moradores do interior daquele município. Roubo de animais, cercas cortadas, matança de ovelhas e de novilhos, ficaram incluídos na série de delitos por eles praticados. E o próprio Alziro perguntado sobre o auxílio que tinha de seus acoites, respondeu:

- Nós éramos muitos conhecidos nesta zona, fomos criados por ali e todo mundo nos queria bem. Aonde nós chegávamos nos davam dinheiro, comida e cama.

Você mandou um bilhete a um fazendeiro, certa vez, pedindo dinheiro sob ameaça?
“Isso foi coisa do Rosa. Eu levei o bilhete e entreguei-o a um negrinho numa venda para os lados do Farinheiro em São Francisco de Assis. O Fazendeiro nos mandou um pouco de dinheiro, comida e ponche. Esse negócio de pedir dinheiro é verdade. A gente é pobre e precisava se escapar. Não podia trabalhar. O Rosa não queria se apresentar. E depois os eu Oriente, ex delegado de São Francisco de Assis, andou assustando a gente, dizendo que “ia fazer um lampião de nossa cabeça”. Isso ele dizia para todo mundo da campanha e andou lá pela casa da minha mulher no Curussu, dando tiro nas paredes. Para ele eu garanto que não me entregava. Quando fomos batidos no Curussu, nos fundos da casa do meu Pai, eu ia com o Rosa pelo passo do Varejão e o seu Oriente não nos viu. Cheguei a engatilhar o mosquetão para fazer fogo, mas não foi preciso pois seguimos o nosso caminho sem que ele nos incomodasse. Dali fomos para o Cerro Chato, de onde controlamos a chegada das escoltas, de cima do morro. Depois descemos para uma restinga, pegamos o que era nosso e saímos pela costa do Itú, para o lado da Serra, na Zona do Boqueirão.”

Continuando o relato de como o Delgado Mário Garcia prendeu os dois assassinos:
“Depois de tenaz perseguição movida aos foragidos, em dezembro e janeiro de 1944, o que não trouxe resultado satisfatório, o Delegado Mário Gomes resolveu dar uma trégua aos perseguidos. Assim era preciso. Com a retirada das escoltas e por conseguinte com a interrupção das batidas, os dois bandidos ficariam menos ariscos, não se ocultariam tanto nas serranias e cerradas matarias da região em que viviam. A técnica de um policial astuto e perspicaz, como o Delegado Mário Garcia, que elam do mais é profundo conhecedor de toda aquela região, onde, em outros tempos, comandou tropas revolucionárias, tinha forçosamente de ser proveitosa na captura dos referidos criminosos.”

Outra informação sobre a passagem dos dois bandoleiros pela estraga que leva a São Francisco de Assis, chegou ao conhecimento do Delegado às treze horas e uma quarta feira. Adiantava o elemento de ligação, que vira dois homens a cavalo, seguirem na direção de São Francisco de Assis. Com toda rapidez, o Delgado Mário Garcia organizou uma escolta composta de elementos do Destacamento da Brigada Militar. Havia ordem do Comandante do destacamento, Tem. Plínio de Figueiredo Pinto, para que as solicitações da autoridade policial fossem logo atendidas. E é em parte essa medida, bom como a urgência com que o Delgado Garcia organizou a caravana, utilizando dos dois automóveis, que se deve a captura de Alziro. A escolta policial rumou pela estrada de São Francisco. Na passagem pelo Boqueirão, onde se encontravam várias pessoas reunidas, entre elas o Pai de Rosalino, o velho João. A Polícia fez ligeiras sindicâncias, tendo chegado a conclusão de que eles deveriam terem saídos do corredor da estrada e penetrado na fazenda do Senhor Didi Jornada. Com a aproximação dos dois carros da policia, a mulher do capataz da fazenda, veio ao encontro do Delgado, dizendo-lhe:
- Os homens estão ai!
“Era uma oportunidade que a Polícia aguardava há muito tempo. Alziro estava na fazenda. Havia chegado na companhia de Rosa, para trocarem de cavalos. Os de sua montaria estavam cansados e eles precisavam chegar ao Itu grande, procedentes da serra. Haviam andado a noite inteira e os animais não aguentavam mais. Ao pressentir a aproximação da escolta, Alziro que estava tomando chimarrão em um galpão aberto, correu em direção a Dona Aurea Fernandes, esposa do Capataz, dizendo-lhe:
- Abre depressa a casa grande, de material, porque vou reagir lá de dentro.
A mulher do capataz não o atendeu. Disse-lhe que não tinha a chave, e por isso não poderia abrir a porta. O Capataz Manoel Pereira, não estava, apesar da Fazenda estar a seus cuidados, devido ao proprietário morar na cidade, desde que as diligências para a capturas dos assassinos foram intensificados.

Manoel Pereira, um negro de cabelos grisalhos, disse que foi abordado pelos dois facínoras, quando chegada à porteira da fazenda, e foi interpelado pelos dois a cavalo, que o perguntou:
- Tu nos conhece?
- O Negro disse que não.
- Somos Alziro e o Rosalino e queremos trocar os cavalos.
Manoel Pereira não opôs resistência alguma. Os dois entraram e Manoel junto com Rosalino seguiram para o campo, a fim de voltear os cavalos, ficando Alziro a tomar chimarrão, no galpão, no instante em que foi surpreendido com a chegada da polícia.

Quando o Delegado Mário Garcia soube por intermédio de Dona Áurea Fernandes da presença de Alziro na sede da Fazenda, mandou que seu pessoal fizesse o cerco da casa e tomasse posição aguardando ordens. Como não tivesse podido penetrar na casa grande, de material, Alziro enveredou para uma peça contígua à cozinha, também de material, mas separada do corpo da casa. Fechou a porta por dentro e uma janela que dava para o lado oposto.
- Onde está ele, perguntou o Delgado à Dona Áurea?
- Entrou ali – respondeu a mulher do encarregado.
O Delegado pediu a Áurea que mandasse as pessoas que por acaso estivessem na fazenda que saísse para fora da casa e que ela fosse a dizer a Alziro que se entregasse, pois não adiantava resistir.
- Diga também a ele que lhe dou todas as garantias de vida.
Áurea Fernandes aproximou-se da peça ao lado da cozinha e transmitiu o recado. Alziro gritou lá de dentro:
- Eu vou pensar um pouco para depois resolver se me entrego ou não.
Parece que Alziro ficara indeciso, com a ausência de seu companheiro. Enquanto isso e em face da resposta de Alziro, o Delegado Mário Garcia e o guarda noturno Pedro Souza e um praça da Brigada aproximaram-se do quarto, de mosquetão em punho, tendo a autoridade gritado:
- Abre a porta e te entrega porque qualquer resistência tua será inútil. 
Alziro nesse momento, abriu a porta e saltou pra fora, com um revolver 44 na mão direita, engatilhado. O movimento do Delgado Mário e de seus auxiliares também foi rápido. Todos apontaram as armas para o criminoso, que ficou mais de minuto naquela posição indecisa.
- Solte a arma! – gritou o delegado – se na vais morrer.
Alziro continuava com a arma não mão. Seus olhos se movimentavam rapidamente nas órbitas. Atentos na polícia e nas armas cujos canos estavam a sua frente.
Com o chapéu de abas largas, atirado para a nuca, Alziro resolveu falar:
- Vou me entregar porque é para o senhor, seu Mário...
Soltou o 44 e o mosquetão e foi em seguida revistado, sendo encontrado sem eu poder uma caixa de balas, além de mais de 100 tiros de fuzil em seu bocó.

A mulher de Manoel Pereira informou que o Rosalino deveria ter ido ao campo buscar os cavalos, junto com seu marido. O Delegado Mário Gomes, fez então que Alziro ficasse numa das peças da casa, guardado por quatro soldados. Enquanto isso, tomou as devidas precauções para aguardar a chegada de Rosalino, que não tardaria a voltar com os cavalos. Mandou ainda que o motorista de um dos automóveis de aluguel, João Sabadi, subisse a copa de uma laranjeira e dali observasse o movimento dos homens no campo. Os soldados ficaram espalhados pelas proximidades, com ordem de atenderem a voz de comando do Delegado no momento oportuno.

A espera durou por cerca de uma hora. Às dezesseis horas, mais ou menos, o vigia deu sinal de que dois homens vinham a cavalo na direção da fazenda, tocando uma ponta de animais pela frente. O que vinha na dianteira, segundo o vigia, devia ser o Rosalino. Ele estava sem o mosquetão, pois havia deixado guardado num quarto da fazenda, ao sair para o campo.

Em face da informação, o Delegado Mário Garcia tomou posição, esperando o momento adequado para agir. Quando Rosa passou com os cavalos por um dos lados da fazenda, o Delegado percebeu que se ele avançasse um pouco mais poderia, perfeitamente, avistar os automóveis, estacionados no corredor da estrada. Era preciso agir com rapidez. O Delegado e os homens da Brigada, saíram correndo, abaixados, nas pegadas de Rosa e do Capataz Manoel. O bater de cascos da cavalhada impediram que Rosa ouvisse o movimento dos homens da escolta, atrás. Já na volta da casa da fazendo o delgado gritou:
- Para Rosa e te entrega!
- O movimento de Rosalino também foi rápido. Surpreendido com a presença da polícia, ele sacou de seu revólver, olhou para trás e depois de oitavar o corpo, deu o primeiro tiro. Sem seguida fez outro disparo, enquanto o pessoal da escolta se abria, em linhas em forma de leque, A reação foi imediata por parte da polícia.
A intenção de Rosa era, evidentemente, atingir ao corredor, por onde poderia escapar, mas o Delegado Mário Garcia com um tiro de fuzil atingiu a paleta do animal que Rosalino montava. Ele caiu, mas levantou e correu uns 40 metros, sempre reagindo. Antes de atingir o cavalo, vários tidos de fuzil já haviam sido detonados pelos soldados, tendo um deles acertado a Rosalino, atravessando-lhe o tórax.
O criminoso embora, mortalmente ferido, continuou alvejando a escolta, deitado no chão, até que alguns minutos depois, não mais se moveu. 
Aproximando-se de Rosalino, o Delegado ainda o encontrou com vida. O criminoso olhou para o Delegado que lhe perguntou:
- Porque tu reagiu? Como foi o crime dos Telheiros?
Rosalino não respondeu. O Delegado Garcia aplicou em Rosalino duas ou três injeções, providenciando em seguida para que Le fosse removido para a cidade, num dos automóveis da escolta. No trajeto Rosalino expirou sem ter pronunciado uma só palavra.

Em poder de Rosalino foi aprendido um revólver calibre 38. As balas do tambor estavam detonadas. O seu mosquetão um bocó, havia deixado na fazenda, quando saiu ao campo para pegar os cavalos. Trazia consigo ainda alguns “breves” e um rebenque, tipo estoque, ponteagudo e afiado.
A policia aprendeu ao todo, dois mosquetões, um revolver 44 e outro 38, um facão com serrote e lima, muitas balas de revolver e cerca de 200 tiros de mosquetão.
O revolver 44 Alziro afirma ter tomado de um homem em Rosário do Sul, quando ali servia. Era soldado da brigada, quando desarmou o civil ficando com o revolver para si.
Logo depois que chegaram na cidade, a policia providenciou para que fizessem o exame cadavérico, sendo o cadáver entregue ao Pai de Rosalino, que levou para o boqueirão, onde foi enterrado.
Quando os automóveis da polícia regressavam da Fazenda do Sr. Didi Jornada, o Pai de Rosalino, o velho João, encontrava-se nas proximidades da vila de Boqueirão, tendo sido avisado pelo Delegado Garcia de que o que acabara de acontecer com seu filho. O velho aproximou-se do automóvel em que se achava o cadáver do filho tendo afirmado a Alziro:
- Agradeço isso a ti, que fez dele um bandido.
Dias antes, segundo o que revelou o Pai de Rosalino, o seu filho lhe dissera: “Quando eu morrer não precisa botar luto, apenas enterre para os corvos não comer”.

A história dos Telheiros:
Os telheiros era um casal de velhinhos que residia na Serrinha dos Canários, interior de São Francisco de Assis. Foram assaltados pelos dois bandoleiros que tinham sido informados que o velho Telheiro havia vendido uns bois e estava com o dinheiro escondido na casa. 
Segundo o que contam é que os dois bandoleiros chegaram numa noite muito clara e de longe já se anunciaram dando tiros de mosquetão rumo a porta da casa. Após gritarem e não serem respondido invadiu a casa onde havia o casal de velhinhos, o genro e uma filha, matando a três e tendo a filha escondida embaixo de um fogão. Depois de roubarem a família, comeram e saíram como se nada tivesse acontecido, fato que provou muito medo na região da Vila Kraemer, no 5º distrito de São Francisco de Assis e por onde “eles” passavam.

1 comentário:

Tertuliano Lopes disse...

Conheço a hist desses bandidos. M/Mãe c/93 anos conta em versos o q está n/matéria. Meu pai afamado n/Reg. do 5º distrito p/n levar desaf p/casa. Um dia encontrou o Alziro Num boliclho e a csa ficou preta entre os 2. Por fim o Alziro sentido q poderia levar a pior disse a ele, Tertuliano acho melhor nos parar c/isso p q um de nós vai se estragar.

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